sexta-feira, 17 de junho de 2011

Semeando em novos solos

A dimensão de nosso ministério tem alcançado lugares que outrora em nossas cidade era inimaginável estar, a percepção que Deus nos tem compartilhado nos direciona a disseminar o evangelho a tantos que em outro tempo eram desamparados. Semeamos a semente da restauração e da intimidade com Deus nos terrenos ferteis, pois aprendemos que na parábola do semeador o que muda é apenas o solo, o semador e as sementes são sempre os mesmos. Mais também entendemos que quando o Senhor levantou Adão do pó, este tinha uma missão o lavrar e o cuidar da terra. Assim lavramos a terra quando preparamos o solo para receber as sementes, e cuidamos da terra quando esta começa a aparecer os pequenos sinais de Vida.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

o poder da decisão

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  Decisão! Palavra que a todo o tempo nos mostra a complexidade, a seriedade, e a objetividade que precisamos ter quando escolhemos andar por um caminho. Decisão é escolha, e para cada escolha que fazemos em toda a nossa história de vida existe um resultado, um preço a ser pago e um lugar aonde se consegue chegar. Por exemplo, quando decidimos adorar o senhor precisamos deixar de lado o tradicionalismo e a religiosidade humana, sem falar no posicionamento de nos esvaziarmos de nós mesmos, para, assim chegarmos ao conhecimento pleno da vontade de Deus.
  Quando o apostolo Paulo disse: Que eu diminua para que ELE (Deus) cresça em mim, naquele momento Paulo estava decidindo morrer para os seus desejos e vontades afim de que Cristo o fizesse cheio de sua glória, por isso Paulo declara na carta aos filipenses “para mim o viver é cristo e o morrer é lucro”. Paulo logo sabia que a decisão de viver em Cristo é que nos garante a verdadeira vida.
  O ato de decisão é exclusivamente nosso! Deus nos garante essa oportunidade todos os dias, em todos os instantes que completam a nossa história de vida. Você pode parar agora o que está fazendo e pensar: eu posso fazer realmente isso? Deus com certeza te garante pelo poder de sua decisão fazer ou não fazer. Quando nós observamos à leitura de Gênesis, no episódio do jardim do Edem vimos a influência do inimigo na vida de Adão e Eva, mas ainda, assim, a decisão era deles.
  No ato de sacrificar seu próprio filho, Abraão tinha em suas mãos o poder da decisão. Naquele instante de sua vida ele possuía a responsabilidade dos seus atos. A responsabilidade é uma lei que afeta diretamente em nosso caráter. O peso da responsabilidade e da decisão está intimamente ligado ao reflexo daquilo que somos e daquilo que queremos. No livro de João 9 é narrada a história de um homem cego de nascença que é curado por Jesus, e quando os fariseus interrogam os seus pais sobre como ele tinha enxergado os seus pais responderam “ele tem idade: perguntai-lho a ele mesmo, pois ele falará por si mesmo.  Ou seja aquele homem que outrora era cego tinha em si próprio a responsabilidade por seus atos, e os seus pais compreendiam isso profundamente.
  Se olharmos pra a vida de Sansão enxergaremos nele, no seu caráter, o aspecto da decisão, a responsabilidade de seguir o caminho traçado por Deus, ou optar por cumprir a paixão evidenciada por seus olhos. O grande problema gerado dentro do ato de decidir é que a responsabilidade de romper é nossa, e esta nos causa dor, mexe com nossas entranhas, abala as estruturas do orgulho, atingindo o mais íntimo do nosso ser. Na vida de Sansão, assim como, também, com Adão e Eva foram muitos os tipos influências, mas a responsabilidade e o poder de decisão ainda, assim, eram exclusivamente de Sansão.
  Por mais que sejam os problemas e tribulações em nossas vidas, Deus nos deu a capacidade de escolha, sendo nós sabedores de que em tudo somos feitos mais que vencedores. Quem vive uma história, e busca um alvo, de vê atribuir a si a responsabilidade de sua escolha, entendendo que cada caminho que decidimos trilhar nos levará a uma situação, o lugar de escolha. Ninguém decide o final de sua própria história sem antes ter passado pelo início e meio.
  Quando Jefté vence seus inimigos e decide fazer o “voto de entrega”, a emoção da vitória tirou dele a lembrança de que sua filha poderia sair de sua casa indo ao seu encontro. A decisão de Jefté gerou uma profunda e imensurável dor (Jz 11:36) e com esta dor veio a responsabilidade do seu ato. Toda decisão exige um preço a ser pago, mas nem todo preço é sinônimo de fardo, de dor ou de sofrimento.
  A lei da responsabilidade e o ato da decisão precisam está centradas em dois princípios:  O conhecimento da vontade de Deus sobre nossas vidas, princípio que nos levará a rota percorrida por Jesus, que se traduz como:  Comprometimento com a vontade de Deus, ou seja, esvaziar-nos de nossos desejos para vivermos a vontade do pai. N rota do adorador podem surgir muitas decisões a serem tomadas e com elas as responsabilidades, mas a direção precisa ser única, a vontade de Deus.